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Epamig, Embrapa e Fundação Triângulo aprasentam novas cultivares de soja

Novas cultivares de soja para plantio em Minas Gerais é o tema de dia de campo que será realizado no dia 3 de abril de 2012, em Patos de Minas, na região do Alto Paranaíba. Serão apresentas cultivares de soja resistentes à ferrugem asiática e a algumas espécies de nematoides. As cultivares foram desenvolvidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Embrapa Soja e Fundação Triângulo.

Em quatro estações de campo os participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre: novas cultivares de soja para plantio em Minas Gerais, manejo de cultivares resistentes à ferrugem asiática, manejo e controle de nematoides, controle químico de pragas e doenças.

Com o objetivo de minimizar os impactos da ferrugem asiática na lavoura de soja, essa parceria tem desenvolvido cultivares mais resistentes, que garantem melhor produtividade e segurança para o sojicultor brasileiro. A cultivar BRSMG 780 FRR será um dos destaques do evento. De acordo com o pesquisador da Embrapa Soja Vanolli Fronza essa é a primeira cultivar transgênica resistente à ferrugem asiática, desenvolvida pela Embrapa, em parceria com Epamig e Fundação Triângulo.

“Inicialmente, ela está sendo indicada para Minas Gerais, mas tem boa adaptação também nos estados de Goiás e Mato Grosso, para onde deverá ser indicada a partir da próxima safra”, explica. Segundo o pesquisador essa cultivar oferece mais segurança para o produtor conduzir sua lavoura sem risco de grandes perdas.

“”Nessa cultivar resistente à ferrugem também vai aparecer a ferrugem, só que de maneira mais lenta e menos intensa, possibilitando um melhor controle e também dando mais tempo para o produtor fazer o controle químico da doença”, ressalta. As pesquisas apontaram que a cultivar BRSMG 780 FRR apresenta produtividade comparável às demais cultivares de ciclo semelhante cultivadas em Minas Gerais.

Durante o evento também serão apresentadas outras cultivares, dentre elas a BRSMG 771F (convencional e também moderadamente resistente à ferrugem) e a cultivar transgênica BRSMG 760SRR. Esta tem hábito de crescimento indeterminado, ou seja, continua crescendo após o início do florescimento, o que favorece o plantio mais cedo e possibilita o cultivo de safrinha após a colheita da soja. Os produtores terão ainda a oportunidade de conhecer as sementes certificadas, comercializadas através dos 16 licenciados pela Fundação Triângulo.

Nematoide na soja

Nematoides são parasitas de plantas (fitonematoides) que vivem no solo ou no interior de estruturas vegetais como folha, caule, sementes e raiz. No Brasil, muitas espécies já foram observadas causando danos a diversas culturas. Pesquisas desenvolvidas pela Epamig já apontaram a identificação e manejo de nematoides nas seguintes culturas: alface, goiaba, café, morango, cenoura, banana, tomate e hortaliças.

A pesquisadora da Epamig Triângulo e Alto Paranaíba Luciany Favoreto, que é nematologista, explica que no caso da soja os nematoides de maior importância na economia são: nematoide do cisto da soja, nematoide das galhas, nematoide das lesões radiculares e nematoide reniforme. De acordo com a pesquisadora para culturas de ciclo anual, como a soja, as medidas de controle devem ser implementadas antes da semeadura.

“Ao constatar que a lavoura está infestada, o produtor nada poderá fazer naquela safra. Todos os cuidados devem estar voltados para os próximos anos”, explica. A pesquisadora tem realizado testes em campo e casa de vegetação com gramíneas forrageiras para avaliar se são hospedeiras do nematoide das lesões radiculares, Pratylenchus brachyurus.

“Também temos orientado os produtores rurais da região quanto à coleta de amostras para análise em laboratório, a qual deve ser representativa do talhão ou reboleira que se deseja analisar e desta forma ter uma melhor estimativa da quantidade de nematoides existentes na área”, ressalta.

 

Matéria publicado por Agrosoft

Link: https://agrosoft.org.br/2012/03/27/epamig-embrapa-e-fundacao-triangulo-aprasentam-novas-cultivares-de-soja/

Programa de Melhoramento Genético da Soja para Alimentação Humana

 

Desenvolvida através do Programa de Melhoramento Genético da Soja para Alimentação Humana da Empresa de Pesquisa de Minas Gerais (Epamig), em parceria com a Embrapa e a Fundação Triângulo, a cultivar de soja BRSMG 800A é especialmente voltada para a alimentação humana, com sabor mais suave, semente de maior tamanho e elevado teor de proteína. Voltada para o mercado mineiro, a cultivar é semelhante ao feijão carioquinha no aspecto e na forma de preparo. A soja apresenta ainda resistência à pústula bacteriana, mancha olho-de-rã e cancro da haste, além de contar com produtividade média de 3.000kg/ha.

— A BRSMG 800A é uma cultivar de ciclo médio em Minas Gerais (grupo de maturidade 8.0), é de crescimento determinado, resistente ao acamamento, de flor com coloração roxa, pubescência cinza, tegumento e hilo de coloração marrom, com altura média das plantas de 72cm, florescimento variando dos 58 aos 62 dias e ciclo total de 120 a 140 dias. Possui período juvenil longo, resistência a deiscência das vagens, sementes graúdas, com peso médio de 100 sementes em torno de 18,8g. O teor de óleo está em torno de 20,10%, de proteínas, 38,25% e de ferro, 13,34 mg/100g — explica Ana Cristina Juhasz, doutora em genética e melhoramento na unidade regional da Epamig Triângulo e Alto Paranaíba.

Segundo a doutora, a soja apresenta resistência à pústula bacteriana, mancha olho-de-rã e cancro da haste, além de apresentar produtividade média de 3.000kg/ha.

— Ela foi desenvolvida para atender à população brasileira que tem restrição ao sabor exótico da soja comum e que não tem o hábito de consumir a soja na forma de grãos. Esta pode ser cozida com feijão ou isoladamente — afirma.

Ana conta que a ideia de cozinhar a soja junto ao feijão parte do princípio de que a soja não tem amido como no feijão, e, portanto, não libera caldo, tão apreciado no feijão pelos brasileiros.

— Quando cozida isoladamente, os grãos permanecem inteiros. Podem ser refogados, utilizados em saladas e ainda ser preparado como tropeiro. Fica um prato muito bonito e saudável — diz.

Já em relação aos tratos culturais, a entrevistada diz não serem diferentes dos tratos com as demais cultivares do mercado. No entanto, o plantio deve seguir algumas recomendações. Para o Vale do Rio Paranaíba e Vale do Rio Grande, a população de plantas por hectare deve variar entre 240 e 280 mil. Estas apresentam ciclo médio entre 120 a 125 dias e 126 a 130 dias respectivamente. Já no Alto Paranaíba, Triângulo e Noroeste do Estado, a população de plantas deve girar entre 280 e 320 mil por hectare. Nos dois primeiros, o ciclo médio varia entre 131 e 140 dias. Já no Noroeste, passa a ser entre 126 e 130.

 

Matéria publicada pelo Jornal Dia do Campo

Link: http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=26089&secao=Manejo%20Econ%F4mico&c2=Sementes%20e%20Mudas

Embrapa adota novo modelo de licenciamento de cultivares

O novo modelo dará oportunidades para empresas nacionais no mercado de sementes, exercendo um papel regulador e assegurando a soberania nacional em termos de material genético.

O novo modelo de licenciamento de cultivares de milho, sorgo e milheto da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), formalizado no final de maio com a assinatura do convênio com a Fundação Triângulo de Pesquisa e Desenvolvimento, empresa com sede em Uberaba (MG), promete maior agilidade no caminho entre as demandas apresentadas pelo mercado e o desenvolvimento de novos produtos pela pesquisa, além de uma maior presença das cultivares BRS no mercado brasileiro de grãos.

De um modelo com mais de 20 anos de existência onde a Embrapa gerava a tecnologia e empresas nacionais se encarregavam da comercialização, o convênio estabelece agora a participação de um conglomerado de empresas sementeiras nas fases finais de avaliação das cultivares, custeando atividades de pesquisa e sinalizando os pesquisadores para as exigências do mercado. Em compensação, essas empresas terão o direito de exclusividade por prazos determinados para multiplicação e comercialização dos produtos.

“O novo modelo dará oportunidades para empresas nacionais no mercado de sementes, exercendo um papel regulador e assegurando a soberania nacional em termos de material genético”, reforça Vera Maria Carvalho Alves, chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas – MG). “Temos a expectativa de angariarmos mais recursos nas fases finais da pesquisa e uma maior aproximação dos pesquisadores com o mercado”, completa Derli Prudente Santana, chefe-adjunto de Comunicação e Negócios da Empresa.

Vinte e seis empresas devem participar do novo modelo com o objetivo de dobrar a participação das cultivares da Embrapa no mercado de híbridos em médio prazo, conforme a expectativa do gerente da Embrapa Transferência de Tecnologia (Brasília-DF), José Roberto Rodrigues Peres. No mercado de variedades de milho, a Embrapa detém mais de 90% dos materiais comercializados, sendo um dos destaques a BR 106, lançada em 1986 e que ocupa a posição de variedade mais plantada no país.

Organograma – O tripé pesquisa, transferência da tecnologia e comercialização das cultivares de milho e sorgo, será coordenado, respectivamente, pela Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Transferência de Tecnologia e Fundação Triângulo de Pesquisa e Desenvolvimento. O grupo de empresas que compõem a Fundação irá apontar, nas fases finais de avaliação das linhagens, expectativas de produtores quanto à performance desejada para as cultivares, como maior precocidade, produtividade, rusticidade e outras características agronômicas, como resistência a pragas e doenças.

“A participação da iniciativa privada dará a oportunidade à pesquisa para atender estas demandas com maior agilidade. Um melhor posicionamento das cultivares no mercado também é um dos objetivos, meta fundamentada na excelência do conhecimento dos pesquisadores da Embrapa que atuam em melhoramento genético”, explica o gerente do Escritório de Negócios do Triângulo Mineiro da Embrapa Transferência de Tecnologia, Camilo Plácido Vieira.

Etapas do melhoramento genético serão otimizadas

De acordo com José Avelino Santos Rodrigues, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, novas ferramentas e investimento em tecnologia serão as marcas do novo modelo de licenciamento. Especialista na área de melhoramento genético da cultura do sorgo, Avelino antecipa que o empresariado deverá investir na parte tecnológica, como em mecanização, para que os resultados cheguem mais rápido no campo. “Híbridos devem ser lançados com mais regularidade, atendendo com mais rapidez demandas de diversos perfis de produtores”, esclarece.
Outro ponto observado pelo pesquisador é uma necessidade de adaptação dos pesquisadores e da equipe de suporte no desenvolvimento de cultivares. “Teremos que estabelecer prioridades e otimizar nossa eficiência”, diz. O dinamismo da agricultura – força motriz do desenvolvimento de cultivares – também trará respostas mais rápidas da biotecnologia, segundo o pesquisador. “O desenvolvimento de produtos resistentes a estresses bióticos e abióticos, além de incrementos na produtividade, serão constantemente demandados. Materiais que estão na gaveta devem receber incentivos para chegarem ao mercado o mais rápido possível”, sinaliza.

O pesquisador Paulo Evaristo de Oliveira Guimarães, da área de melhoramento genético da cultura do milho, traça um paralelo entre o antigo e o atual modelo de licenciamento. “Nosso programa de melhoramento busca o desenvolvimento de cultivares produtivas e inovadoras, com características de resistência a pragas e doenças, tolerância aos estresses, eficiência no uso de nutrientes e maior qualidade nutricional. Produtos originados destas linhas de pesquisa têm forte apelo comercial e social, portanto, estão em consonância com as demandas do mercado e da sociedade”, diz. As informações são da assessoria de imprensa da Embrapa Milho e Sorgo.

 

 

Matéria publicada no site Agrolink
 Por: AGROLINK
 Publicado em 16/06/2008 às 16:58h
 Link: https://www.agrolink.com.br/noticias/embrapa-adota-novo-modelo-de-licenciamento-de-cultivares_70690.html

Tecnologias para produção de milho, soja, arroz e feijão foram apresentadas durante dia de campo “Grandes Culturas”

Tecnologias para produção de milho, soja, arroz e feijão foram apresentadas durante dia de campo “Grandes Culturas”, realizado na última sexta, 8, na Fazenda Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) em Lambari. Durante as dinâmicas de campo, os participantes conheceram dicas de como se obter sucesso nas culturas do milho e do feijão, além de novas alternativas para adubação de arroz e feijão, além de avaliação da eficiência agronômica da bactéria Azospirillum braziliense em gramíneas.

Segundo o pesquisador da EPAMIG Fábio Aurélio Martins o objetivo do evento foi incentivar o plantio de sementes mais adaptadas à região, além de mostrar alternativas para a cultura da soja, que tem sido cultivada na região com o objetivo de atender indústria de ração. “Nas últimas safras houve um aumento do cultivo de grãos no Sul de Minas. Estamos desenvolvendo estudos de rotação de culturas, como arroz de ciclo precoce em sucessão à cultura da soja, dentre outras”, explica. O diretor de Operações Técnicas da EPAMIG, Plínio Soares, que é também pesquisador, apresentou como opção de plantio de arroz as cultivares, recentemente lançadas, BRSMG Rubelita (várzea) e BRSMG Caçula (terras altas). Essas cultivares são resultantes de vários anos de pesquisas do Programa de Melhoramento Genético do Arroz, conduzido pela EPAMIG, Universidade Federal de Lavras (UFLA) e Embrapa Arroz e Feijão. A cultivar Rubelita apresenta boa produtividade e resistência às principais doenças da cultura. É uma variedade de grãos agulhinha, boa qualidade de panela, própria para várzeas sob irrigação por inundação contínua.

Já a Caçula, além de boa produtividade, tem tolerância à seca e destaca-se pelo ciclo superprecoce. “No Brasil, a Caçula é a cultivar que apresenta ciclo com maior precocidade, sendo uma excelente alternativa para cultivo na safrinha”, aponta Plínio. Essa cultivar é recomendada para plantio em todo estado de Minas Gerais, em condições de terras altas. “A Caçula possui grande potencial de produção de grãos tipo agulhinha e mantém alto rendimento de grãos inteiros no beneficiamento – cerca de 60%, sendo os mais valorizados do mercado”, explica.

Segundo Plínio, a produção de arroz e feijão em Minas Gerais é realizada, principalmente, por pequenos produtores, mas as cultivares de arroz desenvolvidas pela EPAMIG atendem do pequeno ao grande orizicultor. Ele explica que para o pequeno produtor, que tem menos capacidade de assumir riscos, é fundamental realizar o plantio na época correta, que deve ser concentrado em outubro e novembro. O pesquisador também alerta para outro importante aspecto: o ponto ideal da colheita. “Deve ocorrer quando os grãos da panícula estão verde-amarelados”, explica.

Para a cultura do feijão a pesquisadora da Embrapa Arroz e Feijão Ângela Abreu apresentou algumas cultivares desenvolvidas pelo Programa de Melhoramento do Feijão em Minas Gerais, através de convênio entre EPAMIG, Universidade Federal de Viçosa, UFLA e Embrapa. Desde 2002, foram lançadas as seguintes cultivares melhoradas de feijão: tipo feijão carioca – Talismã, Majestoso e Madrepérola; tipo rajado – Realce; tipo feijão roxo – Tesouro e a cultivar tipo Jalo – União. O Programa de melhoramento, a cada dois anos, seleciona as linhagens mais bem avaliadas para serem realizados testes de resistência a doenças, resistência à seca, colheita, porte, adaptabilidade; no laboratório, teste de cozimento, teor de proteína, qualidade e culinária. “A expectativa é lançarmos mais duas cultivares do tipo carioca e uma cultivar de feijão preto ainda este ano”, disse.

Para o produtor familiar Sérgio da Cruz, que tem propriedade em Lambari, o evento foi uma excelente oportunidade para obter mais conhecimentos sobre a cultura do feijão. “Plantei a cultivar Madrepérola, por recomendação da EPAMIG. Essa cultivar tem como diferencial grão com cor mais clara. Esse fator possibilita período maior de comercialização do produto, já que os grãos escurecem mais lentamente”, afirma.

Os participantes ainda conheceram mais sobre fatores que influenciam na qualidade fitossanitária das sementes dessas culturas, além de normas e padrões para produção e comercialização.

Soja de Minas
A pesquisadora da EPAMIG Ana Cristina Juházs apresentou pesquisas da “Soja de Minas”, realizadas através do Programa de Melhoramento Genético da Soja para Alimentação Humana desenvolvido pela EPAMIG, juntamente com Embrapa e Fundação Triângulo. As cultivares BRSMG 790A (Fit soy – amarela) e BRSMG 800A (Nutri Soy – marrom) são sojas especiais para alimentação humana, com sabor mais suave, semente de maior tamanho e elevado teor de proteína.

Essas cultivares foram beneficiadas, embaladas e já estão sendo comercializadas em supermercados em Uberaba. Degustações da soja marrom, preparada com feijão, e da amarela, preparada como salada, foram realizadas em diversos eventos em Uberaba e região, com o objetivo de se verificar a aceitação do produto no mercado local. A pesquisadora da EPAMIG ofereceu a receita a 4.371 pessoas e 96% delas aprovaram o sabor; e 94% dos que provaram, garantiram que comprariam os produtos.

Milho: 10 mandamentos para cultivo
O professor da UFLA João Cândido de Souza falou sobre o cultivo de milho, grão que atende ao consumo na mesa dos brasileiros, mas que tem como principal destino as indústrias de rações para animais. O professor apresentou fatores que devem ser observados para o sucesso da cultura:

·        Semear na época adequada: outubro a novembro;
·        Escolha da área: solos bem drenados, rotação de culturas – milho/feijão;
·        Calagem e adubação: análise de solo antes de iniciar o plantio;
·        Plantio Direto ou convencional;
·        Escolha da cultivar: primeiramente decidir se é para produção de grão ou de silagem. Plantar híbrido adaptado à região e não usar o milho de paiol, pois pode ocorrer redução de mais de 30% na produtividade;
·        Espaçamento e densidade de semeadura;
·        Controle de plantas daninhas;
·        Controle de pragas e doenças – danos econômicos;
·        Cuidados na colheita.

 

Matéria publicada pelo Jornal do Campo

Link: http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=28005&secao=Manejo&c2=Manejo

 

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